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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Publicado por SAFENDEONLINE | 01:07
                   
Foi aos ritmos da batida desta musica que acordei. Depois de uma certa repetição decidi então levantar- me e, desprovido do (pré) conceito a volta do dia 5 de Julho,  tentei intender o porquê  da prepotente voz mandar-me, melodicamente fazer táis actos.
Peguei o computador e, numa rápida conversa com o Google, da qual:
Eu: Bom dia Sr. Google!
Google: Bom dia meu caro amigo!
Eu: Desculpe incomodar logo de manhã, mas alguém através das ondas de um rádio me disse: “labanta braço bu grita bu liberdade(2x),Grita povo libertadu..”, e queria entender esses conceitos afim de saber se os faço ou não!
Google: aqui tens: “Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém”.
Google: Espero ter ajudado
Eu: Ajudou sim, obrigado e  tenha um bom dia!
Fechei o computador e pus-me a pensar e por momentos meu braço ficou em baixo sustentado no facto de que entre tantos outros motivos, hoje,  um cidadão comum a partir de uma certa hora não pode andar por determinados caminhos sob pena de ficar sem os seus pertences….
Tomei um banho, o pequeno almoço e saí a procura de alguém que ajudasse a minha mão a levantar, depois de algumas horas de conversa com um amigo e, sem dar por min estávamos  na avenida “Cidade Lisboa” onde muitas pessoas tinham as mãos na altura a saltar e a cantar ao ritmo e uma convidativa “Tabanka.

De volta a casa, e após tudo,  percebi que temos todos que: labanta braço e grita liberdade sim!, mas  pelo que foi na data em que foi (1975) da qual serviu o ponto de partida para o que somos hoje, porém em 2015 sou peremptório em dizer que  não o faço, na faço e não faço, a menos que este pais me faça mudar de ideias, porque pra mim o mais importante não é a partida mas sim a chegada, sendo que a este ritmo muitos mais 40 anos de independência teremos de somar a este até eu conseguir “labanta mó e …”.

Nelito